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Esta página faz parte de uma série que explora as leis de Deus que só podiam ser obedecidas enquanto o Templo estava presente em Jerusalém.
A cruz e o Templo não são inimigos, e não são duas “fases” em que uma cancela a outra. A Lei de Deus é eterna (Salmos 119:89; 119:160; Malaquias 3:6). O sistema do Templo, com seus sacrifícios, sacerdotes e leis de pureza, foi dado por essa mesma Lei eterna. A morte de Jesus não aboliu um único mandamento. Ela revelou a verdadeira profundidade daquilo que esses mandamentos já estavam dizendo. O Templo não foi destruído para acabar com os sacrifícios, mas como juízo pela desobediência (2 Crônicas 36:14-19; Jeremias 7:12-14; Lucas 19:41-44). A nossa tarefa é manter essas verdades unidas sem inventar uma nova religião que substitui a Lei de Deus por ideias humanas sobre a cruz.
O aparente conflito: o Cordeiro e o altar
À primeira vista, parece haver um conflito:
- De um lado, a Lei de Deus ordenando sacrifícios, ofertas e serviço sacerdotal (Levítico 1:1-2; Êxodo 28:1).
- Do outro, Jesus apresentado como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29; 1 João 2:2).
Muitas pessoas correm para uma conclusão que as Escrituras nunca fazem: “Se Jesus é o Cordeiro, então os sacrifícios acabaram, o Templo terminou, e a Lei que os ordenava já não importa.”
Mas o próprio Jesus recusou essa lógica. Ele disse claramente que não veio para abolir a Lei nem os Profetas, e que nem o menor traço cairia da Lei até que o céu e a terra passem (Mateus 5:17-19; Lucas 16:17). O céu e a terra ainda estão aqui. A Lei de Deus continua em vigor. Os mandamentos sobre sacrifícios, ofertas e o Templo nunca foram revogados por Seus lábios.
A cruz não apaga as leis do Templo. A cruz revela para o que elas realmente apontavam.
Jesus como o Cordeiro de Deus — cumprimento sem cancelamento
Quando João chamou Jesus de “o Cordeiro de Deus” (João 1:29), ele não estava anunciando o fim do sistema de sacrifícios. Estava declarando o verdadeiro sentido de todo sacrifício que já havia sido oferecido com fé. O sangue de animais nunca teve poder em si mesmo (1 Pedro 1:19-20). Seu poder vinha da obediência a Deus e daquilo que representava: o sacrifício futuro do verdadeiro Cordeiro. Deus não diz uma coisa e depois Se contradiz (Números 23:19).
Desde o começo, o perdão sempre dependeu de duas coisas agindo juntas:
- Obediência ao que Deus ordenou (Deuteronômio 11:26-28; Ezequiel 20:21)
- A provisão que o próprio Deus estabeleceu para a purificação (Levítico 17:11; Hebreus 9:22)
No antigo Israel, os obedientes iam ao Templo, apresentavam sacrifícios como a Lei exigia e recebiam uma purificação real, mas temporária, dentro da aliança. Hoje, os obedientes são conduzidos pelo Pai ao verdadeiro Cordeiro, Jesus, para uma purificação eterna (João 6:37; 6:39; 6:44; 6:65; 17:6). O padrão é o mesmo: Deus nunca purifica os rebeldes (Isaías 1:11-15).
O fato de Jesus ser o verdadeiro Cordeiro não rasga os mandamentos sobre sacrifício. Ele prova que Deus nunca esteve brincando com símbolos. Tudo no Templo era sério, e tudo apontava para algo real.
Por que os sacrifícios continuaram após a Cruz
Se Deus tivesse a intenção de abolir os sacrifícios no exato momento em que Jesus morreu, o Templo teria caído naquele mesmo dia. Em vez disso, o que aconteceu?
- O véu do Templo foi rasgado (Mateus 27:51), mas o edifício permaneceu de pé enquanto o culto continuava ali (Atos 2:46; 3:1; 21:26).
- Os sacrifícios e os ritos do Templo continuaram diariamente (Atos 3:1; 21:26), e toda a narrativa de Atos pressupõe um santuário em funcionamento.
- O sacerdócio continuou servindo (Atos 4:1; 6:7).
- As festas continuaram a ser observadas em Jerusalém (Atos 2:1; 20:16).
- Mesmo depois da ressurreição, os que criam em Jesus ainda eram vistos no Templo (Atos 2:46; 3:1; 5:20-21; 21:26), e milhares de judeus que criam nele eram “todos zelosos pela Lei” (Atos 21:20).
Nada na Lei, nada nas palavras de Jesus e nada nos profetas anunciou que os sacrifícios se tornariam, de repente, pecaminosos ou inválidos assim que o Messias morresse. Não há profecia dizendo: “Depois que meu Filho morrer, vocês deixarão de trazer animais, pois minha Lei sobre sacrifícios foi abolida.”
Em vez disso, os serviços do Templo continuaram porque Deus não é de falar com duas línguas (Números 23:19). Ele não declara algo como santo e depois, em silêncio, passa a tratá-lo como impuro só porque Seu Filho morreu. Se os sacrifícios tivessem se tornado rebelião no momento em que Jesus morreu, Deus teria dito isso claramente. Ele não disse.
A continuação do serviço do Templo depois da cruz mostra que Deus nunca cancelou nenhum mandamento ligado ao santuário. Cada oferta, cada rito de purificação, cada dever sacerdotal e cada ato nacional de culto continuou em vigor porque a Lei que os estabeleceu permaneceu inalterada.
A natureza simbólica do sistema sacrificial
Todo o sistema sacrificial era simbólico em sua estrutura, não porque fosse opcional ou sem autoridade, mas porque apontava para realidades que só o próprio Deus, um dia, traria à plena conclusão. As curas que ele confirmava eram temporárias — quem era curado podia adoecer de novo. As purificações cerimoniais restauravam a pureza apenas por um tempo — a impureza podia voltar. Até os sacrifícios pelo pecado traziam perdão que precisava ser buscado repetidas vezes. Nada disso era a remoção final do pecado ou da morte; eram símbolos ordenados por Deus apontando para o dia em que Ele destruiria a morte para sempre (Isaías 25:8; Daniel 12:2).
A cruz tornou essa finalidade possível, mas o verdadeiro fim do pecado só será visto depois do juízo final e da ressurreição, quando os que fizeram o bem ressuscitarem para a vida e os que praticaram o mal ressuscitarem para a condenação (João 5:28-29). Só então a morte será tragada para sempre. Como os serviços do Templo eram símbolos apontando para realidades eternas, e não as realidades em si, a morte de Jesus não os tornou desnecessários. Eles permaneceram em vigor até que Deus removeu o Templo em juízo — não porque a cruz os cancelou, mas porque Deus decidiu cortar os símbolos, enquanto as realidades para as quais apontavam ainda aguardam Sua conclusão final no fim dos tempos.
Como o perdão funciona hoje
Se os mandamentos sobre sacrifícios nunca foram abolidos e se o sistema do Templo continuou mesmo depois da cruz — até que o próprio Deus o pôs fim no ano 70 d.C., surge uma pergunta natural: Como alguém pode ser perdoado hoje? A resposta está no mesmo padrão que Deus estabeleceu desde o princípio. O perdão sempre veio pela obediência aos mandamentos de Deus (2 Crônicas 7:14; Isaías 55:7) e pelo sacrifício que o próprio Deus designou (Levítico 17:11). No antigo Israel, os obedientes recebiam purificação cerimonial no altar em Jerusalém, que a Lei realizava principalmente por meio do derramamento de sangue (Levítico 4:20; 4:26; 4:31; Hebreus 9:22). Hoje, os obedientes são purificados pelo sacrifício do Messias, o verdadeiro Cordeiro de Deus que tira o pecado (João 1:29).
Isso não representa uma mudança na Lei de Deus. Jesus não cancelou os mandamentos sobre sacrifícios (Mateus 5:17-19). Em vez disso, quando Deus removeu o Templo, Ele mudou o lugar exterior onde a obediência encontra a purificação. O critério permaneceu o mesmo: Deus perdoa aqueles que o temem e guardam seus mandamentos (Salmos 103:17-18; Eclesiastes 12:13). Ninguém vem ao Messias se o Pai não o trouxer (João 6:37; 6:39; 6:44; 6:65; 17:6), e o Pai só atrai aqueles que honram Sua Lei (Mateus 7:21; 19:17; João 17:6; Lucas 8:21; 11:28).
No antigo Israel, a obediência levava a pessoa ao altar. Hoje, a obediência leva a pessoa ao Messias. A cena exterior mudou, mas não o princípio. Os infiéis em Israel não eram purificados pelos sacrifícios (Isaías 1:11-16), e os infiéis hoje não são purificados pelo sangue de Cristo (Hebreus 10:26-27). Deus sempre exigiu as mesmas duas coisas: obediência à Sua Lei e submissão ao sacrifício que Ele designou.
Desde o princípio, nunca houve um momento em que o sangue de qualquer animal, ou a oferta de qualquer cereal ou farinha, tenha realmente trazido paz entre o pecador e Deus. Esses sacrifícios foram ordenados por Deus, mas não eram a verdadeira fonte da reconciliação. As Escrituras ensinam que é impossível que o sangue de touros e bodes tire pecados (Hebreus 10:4) e que o Messias foi conhecido de antemão antes da fundação do mundo (1 Pedro 1:19-20). Desde o Éden, a paz com Deus sempre veio por meio do Filho perfeito, sem pecado, o Unigênito (João 1:18; 3:16) — Aquele para quem todo sacrifício apontava (João 3:14-15; 3:16). As ofertas físicas eram sinais materiais que permitiam ao ser humano ver, tocar e sentir a gravidade do pecado, e entender em termos terrenos o custo do perdão. Quando Deus removeu o Templo, a realidade espiritual não mudou. O que mudou foi a forma material. A realidade permaneceu exatamente a mesma: é o sacrifício do Filho que traz paz entre o ofensor e o Pai (Isaías 53:5). Os símbolos exteriores cessaram porque Deus decidiu removê-los, mas a realidade interior — a purificação concedida por meio de Seu Filho àqueles que Lhe obedecem — continua inalterada (Hebreus 5:9).
Por que Deus Destruiu o Templo
Se a destruição do Templo no ano 70 d.C. tivesse como objetivo “abolir os sacrifícios”, as Escrituras diriam isso. Elas não dizem. Em vez disso, o próprio Jesus explicou o motivo da destruição que viria: juízo.
Ele chorou sobre Jerusalém e disse que a cidade não reconheceu o tempo da sua visitação (Lucas 19:41-44). Ele advertiu que o Templo seria derrubado pedra por pedra (Lucas 21:5-6). Ele declarou que a casa seria deixada deserta por causa da recusa em ouvir os mensageiros de Deus (Mateus 23:37-38). Isso não foi o anúncio de uma nova teologia na qual os sacrifícios se tornam maus. Foi o velho e conhecido padrão de juízo: o mesmo motivo pelo qual o primeiro Templo foi destruído em 586 a.C. (2 Crônicas 36:14-19; Jeremias 7:12-14).
Em outras palavras:
- O Templo caiu por causa do pecado, não porque a Lei de Deus mudou.
- O altar foi removido por causa do juízo, não porque os sacrifícios se tornaram ímpios.
Os mandamentos permaneceram escritos, eternos como sempre (Salmos 119:160; Malaquias 3:6). O que Deus removeu foram os meios pelos quais esses mandamentos podiam ser cumpridos.
A Cruz não autorizou uma nova religião sem a Lei
A maior parte do que hoje se chama “cristianismo” está construída sobre uma mentira simples: “Porque Jesus morreu, a lei dos sacrifícios, as festas, as leis de pureza, o Templo e o sacerdócio foram abolidos. A cruz os substituiu.”
Mas Jesus nunca disse isso. Os profetas que profetizaram sobre Ele nunca disseram isso. Pelo contrário, Cristo foi claro que os verdadeiros seguidores Dele devem obedecer aos mandamentos de Seu Pai, tal como dados no Antigo Testamento, assim como Seus apóstolos e discípulos obedeciam (Mateus 7:21; 19:17; João 17:6; Lucas 8:21; 11:28).
A cruz não deu a ninguém autoridade para:
- Cancelar as leis do Templo
- Inventar novos rituais, como a ceia de comunhão, para substituir a Páscoa
- Transformar dízimos em salários de pastor
- Substituir o sistema de pureza de Deus por ensinamentos modernos
- Tratar a obediência como opcional e a “graça” como permissão
Nada na morte de Jesus autoriza os homens a reescreverem a Lei de Deus. A cruz apenas confirma que Deus leva o pecado a sério e leva a obediência a sério.
Nossa postura hoje: obedecer ao que pode ser obedecido, honrar o que não pode
A cruz e o Templo se encontram em uma verdade inescapável:
- A Lei de Deus permanece intocada (Mateus 5:17-19; Lucas 16:17).
- O Templo foi removido por Deus (Lucas 21:5-6).
Isso significa que:
- Os mandamentos que ainda podem ser obedecidos precisam ser obedecidos, sem desculpas.
- Os mandamentos que dependem do Templo devem ser honrados como estão escritos, mas não praticados, porque o próprio Deus removeu o altar e o sacerdócio.
Não reconstruímos hoje uma versão humana do sistema sacrificial, porque Deus não restaurou o Templo. Não declaramos as leis sobre sacrifícios abolidas, porque Deus nunca as cancelou.
Permanecemos entre a cruz e o monte do Templo vazio com temor e tremor, sabendo que:
- Jesus é o verdadeiro Cordeiro que purifica aqueles que obedecem ao Pai (João 1:29; 6:44).
- As leis do Templo continuam escritas como estatutos eternos (Salmos 119:160).
- A impossibilidade atual de cumpri-las é resultado do juízo de Deus, não uma permissão para inventarmos substitutos (Lucas 19:41-44; 21:5-6).
A Cruz e o Templo juntos
O caminho certo rejeita os dois extremos:
- Nem “Jesus aboliu os sacrifícios, então a Lei de Deus já não importa”.
- Nem “Devemos reconstruir os sacrifícios agora, do nosso jeito, sem o Templo de Deus”.
Em vez disso:
- Cremos que Jesus é o Cordeiro de Deus, enviado pelo Pai para aqueles que obedecem à Sua Lei (João 1:29; 14:15).
- Aceitamos que Deus removeu o Templo como juízo, não como abolição (Lucas 19:41-44; Mateus 23:37-38).
- Obedecemos a todo mandamento que ainda é fisicamente possível cumprir hoje.
- Honramos os mandamentos dependentes do Templo recusando-nos a substituí-los por rituais humanos.
A cruz não compete com o Templo. A cruz revela o significado por trás do Templo. E, até que Deus restaure o que Ele removeu, nosso dever é claro:
- Obedecer ao que pode ser obedecido.
- Honrar o que não pode.
- Nunca usar a cruz como desculpa para mudar a Lei que Jesus veio cumprir, não destruir (Mateus 5:17-19).
| 1 João 2:2 |
Ele é o sacrifício expiatório pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados do mundo inteiro. |
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| Levítico 1:1-2 |
O Senhor chamou Moisés e lhe falou da tenda do encontro, dizendo: “Fale aos israelitas e diga-lhes: Quando alguém dentre vocês trouxer uma oferta ao Senhor, tragam como oferta um animal do gado ou do rebanho.” |
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| Êxodo 28:1 |
Mande aproximar-se de você Arão, seu irmão, e os filhos dele, dentre os israelitas, para me servirem como sacerdotes: Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. |
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| 1 Pedro 1:18-19 |
Vocês sabem que foram resgatados da maneira vazia de viver que receberam dos seus antepassados, não por meio de coisas perecíveis, como prata ou ouro, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha. |
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| Deuteronômio 11:26-28 |
“Vejam, hoje ponho diante de vocês bênção e maldição: a bênção, se obedecerem aos mandamentos do Senhor, o seu Deus, que hoje lhes ordeno; a maldição, se não obedecerem aos mandamentos do Senhor, o seu Deus…” |
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| Ezequiel 20:21 |
Mas os filhos se rebelaram contra mim. Eles não andaram nos meus estatutos, nem obedeceram às minhas leis, pelas quais, se alguém as cumprir, viverá; antes, profanaram gravemente os meus sábados. |
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| Levítico 17:11 |
Porque a vida da carne está no sangue, e eu o dei a vocês sobre o altar, para fazer propiciação por vocês; é o sangue que faz propiciação pela vida. |
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| Hebreus 9:22 |
De fato, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão. |
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| Isaías 1:11-15 |
“De que me servem os seus muitos sacrifícios?”, pergunta o Senhor. “Já estou farto de holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados… Não suporto iniquidade associada a assembleia solene… Quando vocês estendem as mãos, escondo de vocês os meus olhos; mesmo que multipliquem as orações, não as ouvirei.” |
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| Isaías 55:7 |
Que o ímpio abandone o seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se para o Senhor, que terá misericórdia dele, volte-se para o nosso Deus, pois ele perdoará amplamente. |
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| 2 Crônicas 7:14 |
Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra. |
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| Mateus 7:21 |
Nem todo aquele que me diz: “Senhor, Senhor”, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. |
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| João 6:37 |
Todo aquele que o Pai me dá virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei. |
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| João 6:39 |
E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. |
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| João 6:65 |
E acrescentou: “Por isso eu lhes disse que ninguém pode vir a mim, a não ser que isso lhe seja concedido pelo Pai”. |
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| João 17:6 |
“Manifestei o teu nome àqueles que do mundo me deste. Eram teus; tu os deste a mim, e eles têm obedecido à tua palavra [Antigo Testamento].” |
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| Lucas 8:21 |
Mas ele lhes respondeu: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus [Antigo Testamento] e a praticam”. |
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| Lucas 11:28 |
Ele, porém, disse: “Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus [Antigo Testamento] e a obedecem!”. |
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| Mateus 19:17 |
Jesus respondeu: “Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos”. |
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| João 3:14-15 |
Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, também é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crer tenha a vida eterna. |
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| Hebreus 9:22 |
De fato, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão. |
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| João 3:16 |
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. |
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| Hebreus 10:4 |
Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados. |
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| 1 Pedro 1:19-20 |
Mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha. Ele foi conhecido antes da criação do mundo, mas foi revelado nestes últimos tempos em favor de vocês. |
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| João 1:18 |
Ninguém jamais viu a Deus; o Filho unigênito, que está junto do Pai, é quem o revelou. |
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| Isaías 53:5 |
Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados. |
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| Levítico 4:20 |
Fará com esse novilho como fez com o novilho da oferta pelo pecado; assim fará com ele. Assim o sacerdote fará propiciação por eles, e eles serão perdoados. |
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| Levítico 4:26 |
Queime toda a gordura sobre o altar, como se queima a gordura do sacrifício de comunhão. Assim o sacerdote fará propiciação por aquele homem por causa do pecado que cometeu, e ele será perdoado. |
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| Levítico 4:31 |
Tirará toda a gordura, como se tira a gordura do sacrifício de comunhão, e o sacerdote a queimará sobre o altar, em aroma agradável ao Senhor. Assim o sacerdote fará propiciação por ele, e ele será perdoado. |
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| Salmos 103:17-18 |
Mas o amor leal do Senhor é de eternidade a eternidade sobre os que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos, sobre os que guardam a sua aliança e se lembram de obedecer aos seus preceitos. |
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| Eclesiastes 12:13 |
Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos, porque isso é o dever de todo ser humano. |
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| Isaías 1:11-16 |
“De que me serve a multidão dos seus sacrifícios?”, diz o Senhor. “Já estou farto de holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados… Lavem-se, purifiquem-se! Removam dos meus olhos o mal de seus atos; parem de fazer o mal.” (…) |
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| Hebreus 10:26-27 |
Se continuarmos a pecar deliberadamente depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados, mas somente uma terrível expectativa de juízo e de fogo intenso que consumirá os adversários de Deus. |
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| Hebreus 5:9 |
E, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem. |
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| Salmos 119:89 |
Para sempre, ó Senhor, a tua palavra está firmada nos céus. |
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| Salmos 119:160 |
A soma da tua palavra é a verdade, e cada uma das tuas justas ordenanças dura para sempre. |
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| Malaquias 3:6 |
“Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vocês, filhos de Jacó, não são destruídos.” |
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| 2 Crônicas 36:14-19 |
Todos os líderes dos sacerdotes e o povo multiplicaram as suas infidelidades, imitando todas as práticas repugnantes das nações… Por isso o Senhor trouxe contra eles o rei dos caldeus… Eles queimaram o templo de Deus e derrubaram o muro de Jerusalém… (…) |
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| Jeremias 7:12-14 |
“Vão agora a Siló, o meu lugar, onde fiz habitar o meu nome no princípio, e vejam o que fiz a ele por causa da maldade do meu povo Israel… Assim farei com a casa que leva o meu nome… como fiz com Siló.” |
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| Lucas 19:41-44 |
Quando Jesus se aproximou e viu a cidade, chorou sobre ela… “Não deixarão em você pedra sobre pedra, porque você não reconheceu o tempo da sua visitação”. |
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| João 1:29 |
No dia seguinte, João viu Jesus aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”. |
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| Mateus 5:17-19 |
“Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir… Pois em verdade lhes digo que, até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra…” |
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| Lucas 16:17 |
É mais fácil o céu e a terra passarem do que cair da Lei um só traço que seja. |
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| Números 23:19 |
Deus não é homem, para que minta, nem filho de homem, para que se arrependa. Acaso ele fala e deixa de agir? Promete e deixa de cumprir? |
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| João 6:44 |
Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. |
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| Mateus 27:51 |
E eis que o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo; a terra tremeu, e as rochas se partiram. |
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| Atos 2:46 |
Todos os dias continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão de casa em casa e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração. |
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| Atos 3:1 |
Certo dia, Pedro e João estavam subindo ao templo na hora da oração, às três horas da tarde. |
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| Atos 21:26 |
Então Paulo levou aqueles homens, e no dia seguinte purificou-se junto com eles. Depois entrou no templo para declarar o prazo do cumprimento dos dias da purificação, quando seria apresentada a oferta por cada um deles. |
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| Atos 4:1 |
Enquanto Pedro e João falavam ao povo, chegaram os sacerdotes, o capitão da guarda do templo e os saduceus, |
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| Atos 6:7 |
Assim, a palavra de Deus se espalhava. Em Jerusalém, o número de discípulos aumentava muito, e grande número de sacerdotes obedecia à fé. |
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| Atos 2:1 |
Ao chegar o dia de Pentecostes, todos eles estavam reunidos no mesmo lugar. |
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| Atos 20:16 |
Paulo tinha decidido passar ao largo de Éfeso para não se demorar na província da Ásia, pois tinha pressa de chegar, se possível, a Jerusalém, no dia de Pentecostes. |
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| Atos 5:20-21 |
“Vão, apresentem-se no templo e falem ao povo toda a mensagem desta Vida”. Ouvindo isso, eles, ao amanhecer, entraram no pátio do templo e começaram a ensinar. |
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| Atos 21:20 |
Ouvindo isso, eles louvaram a Deus e disseram a Paulo: “Veja, irmão, quantos milhares de judeus têm crido, e todos são zelosos da Lei”. |
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| Lucas 21:5-6 |
Alguns falavam do templo, como estava ornado de belas pedras e de ofertas votivas. Mas Jesus disse: “Virá o tempo em que de tudo o que vocês estão vendo não ficará pedra sobre pedra; tudo será derrubado”. |
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| Mateus 23:37-38 |
“Jerusalém, Jerusalém, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados!… Eis que a casa de vocês ficará deserta.” |
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| João 14:15 |
“Se vocês me amam, guardarão os meus mandamentos.” |
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| João 14:21 |
“Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele.” |
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| João 14:23 |
Jesus respondeu: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele”. |
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| Isaías 25:8 |
Ele destruirá a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todos os rostos… |
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| Daniel 12:2 |
Muitos dos que dormem no pó da terra despertarão: uns para a vida eterna, outros para a vergonha e o desprezo eterno. |
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| João 5:28-29 |
“Não fiquem admirados com isso, pois está chegando a hora em que todos os que estiverem nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para a condenação.” |
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